A procura por planos de previdência privada vem aumentando no Brasil. De janeiro a outubro/2016, a captação líquida dos fundos, descontando os resgates das novas aplicações, cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado segundo a Fenaprevi, entidade que reúne empresas que vendem planos de previdência. O número de novos investidores também cresceu 5,8% nos últimos 12 meses. Estes dados mostram que a população brasileira está percebendo que a melhor pessoa pra cuidar do seu dinheiro é você mesmo.

O aumento é reflexo da preocupação das pessoas com a proposta do governo que será debatida no Congresso. De acordo com ela, será preciso comprovar 49 anos de contribuição para receber 100% do benefício, que é calculado sobre a média de salários ao longo da vida e limitado ao teto do INSS, hoje de 5.189,0 reais.

De fato, guardar dinheiro para complementar a renda na aposentadoria é um dos caminhos mais certos e seguros para manter o padrão de vida. Portanto, veja como escolher o melhor plano:

  1. Prefira a tabela regressiva de imposto de renda. Isso porque, quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor o imposto de renda a ser pago, chegando a alíquota de 10% após 10 anos de aplicação.
  2. Escolha uma instituição financeira que ofereça uma baixa taxa de administração e que não cobre taxa de carregamento;
  3. Se não estiver satisfeito com a instituição financeira escolhida, você pode fazer a portabilidade sem custo e sem perda de benefícios;
  4. Procure uma modalidade de previdência na qual os recursos sejam alocados tanto em ativos de renda fixa quanto em ativos de renda variável;
  5. A previdência privada oferece a vantagem de poder ser usada para reduzir a carga tributária. Mas, atenção: não é vantajoso aplicar na previdência mais do que 12% da renda bruta anual. Isso porque, existem outros produtos que oferecem um melhor rendimento.

Quer saber mais sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira? Acompanhe o nosso blog: http://saudemaisacao.com.br/blog.