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Remessas internacionais: saiba o que é e como usar para os investimentos no exterior

Remessas internacionais: saiba o que é e como usar para os investimentos no exterior

Você sabe o que é uma remessa internacional? Esse conceito pode parecer um pouco complexo inicialmente, especialmente para os investidores que estão no começo da sua jornada no mercado financeiro. Pensando na importância desse tema, neste post explicaremos detalhadamente o que são as remessas internacionais e informaremos como você pode utilizá-las nos investimentos.

Investir em ativos internacionais é importante para proteção cambial, diversificação geográfica e para a garantir a disponibilidade de recursos a serem usados durante viagens e intercâmbios.

Acompanhe a seguir!

O que são as remessas internacionais?

Não há muitos segredos em relação a esse conceito. A remessa internacional se refere a uma transferência internacional de dinheiro, ou seja, a movimentação de capital de um país a outro. Caso deseje, por exemplo, enviar dinheiro para o seu filho que faz intercâmbio nos Estados Unidos, você poderá fazer uma remessa internacional e o valor chegará em dólares (moeda local) na conta bancária dele nos EUA.

Como utilizá-las nos investimentos no exterior?

Recentemente, o Copom (Comitê de Política Monetária) anunciou mais uma queda da Selic. Atualmente, a taxa básica de juros da economia brasileira está em 4,25% ao ano. Esse indicador afeta os investimentos de renda fixa, inclusive, a poupança. Nesse cenário, os investidores buscam fontes alternativas de investimento e, nesse contexto, investir no exterior pode ser uma ótima ideia.

Não é muito difícil utilizar as remessas internacionais para fazer aplicações financeiras fora do país. Na sequência do artigo, abordaremos sobre os principais passos a serem seguidos. Confira!

Tenha uma conta no exterior

O primeiro passo para poder utilizar a remessa internacional com a intenção de investir no exterior é abrir uma conta em outro país. Dessa forma, será possível transferir dinheiro da sua conta-corrente no Brasil para a sua no banco ou corretora internacional.

Vale destacar ainda que não é difícil abrir uma conta bancária em outros países. É necessário apenas apresentar o seu passaporte válido, um comprovante de residência, uma carta do seu banco atual ou extrato dos meses anteriores. Após seguir esse passo, já será possível efetuar remessas com a intenção de fazer aplicações financeiras internacionais.

Escolha os melhores investimentos internacionais

Chega-se o momento de escolher as melhores formas de aplicar dinheiro fora do país. Existem diversas aplicações financeiras que atendem a esse propósito. Entre elas estão:

  • Fundos de investimentos: trata-se de uma das formas mais simples de investir fora do país. Em uma aplicação, você diversifica o seu capital (pode investir em renda fixa ou variável). Nesse tipo de fundo, você destina os seus recursos financeiros para aplicações no exterior;
  • ETF: são os chamados fundos de ações. Funcionam de forma parecida com os fundos de investimentos. A diferença é que nessa aplicação há a concentração de investimentos em renda variável;
  • BDR: também são conhecidos como Brazilian Depositary Receipts. São certificados que representam ações emitidas por empresas fora do país, mas negociados no pregão da B3. Tratam-se de valores mobiliários que têm como lastro papéis de empresas internacionais.

A rentabilidade na renda fixa cai cada vez mais. Nesse cenário, os investidores buscam alternativas para alcançarem rendimentos maiores. Os investimentos internacionais podem ser uma ótima alternativa. Por isso, vale muito a pena conhecer sobre eles e pensar na possibilidade de fazer aplicações financeiras fora do Brasil.

Você está com alguma dúvida sobre como funciona uma remessa internacional? Deixe o seu comentário no post. Será um grande prazer ajudá-lo e também esclarecer os seus questionamentos em relação ao assunto.

Guia prático para garantir um futuro mais tranquilo
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Alexandre Rosa

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutorado em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Especialista em doenças da retina e vítreo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor de Oftalmologia da Universidade Federal do Pará.

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