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Conheça as 5 melhores alternativas para sair da poupança

Conheça as 5 melhores alternativas para sair da poupança

Todos os dias, um grande número de pessoas decide sair da poupança quando descobrem o quão desvantajoso é esse investimento. O qual, muitas vezes, até mesmo os leva a sofrer prejuízo, entregando uma rentabilidade menor do que a inflação apurada no período. A grande questão é que, por mais que essa aplicação em especial seja ruim, sem saber onde alocar seu dinheiro, muitas pessoas ficam presas a ela.

Felizmente, com os princípios da educação financeira cada vez mais difundidos e com investimentos interessantes mais acessíveis, qualquer um que deseje aplicar seus recursos de forma eficiente pode ser bem-sucedido nessa tarefa.

Com a finalidade de ajudar nessa nova empreitada, resolvemos preparar este conteúdo com algumas das melhores aplicações disponíveis no mercado. Leia o artigo e descubra 5 investimentos que ajudarão você a sair da poupança!

1. Tesouro Direto

Um fato interessante a respeito da poupança é que muitas pessoas acreditam que ela é o investimento mais seguro do Brasil, o que obviamente está errado. Isso ocorre porque a aplicação é gerida por um banco, que pode passar por problemas financeiros. Quanto ao investimento mais seguro do Brasil, podemos dizer que são os títulos do Tesouro Direto.

Sempre que uma pessoa adquire um título do Tesouro Direto, na prática, ela está emprestando recursos para o Brasil, que capta esses recursos para financiar a máquina pública. Nessa operação, o garantidor é o próprio Tesouro Nacional, de modo que, mesmo em uma situação de crise, o investidor terá seu título honrado. Os títulos públicos do Tesouro Direto são divididos em três tipos, cada um deles com suas características próprias.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título que remunera seu portador de acordo com a taxa Selic. É verdade que, conforme a economia no Brasil melhora, a Selic tem caído, o que teoricamente reduz a rentabilidade desse título. Uma característica que o torna muito interessante, porém, é o fato de que ele tem liquidez diária.

O termo liquidez é utilizado para indicar o nível de facilidade com que o investidor pode reaver seus recursos depois de aplicá-los. Quanto maior a liquidez, mais rápido o investidor pode ter acesso aos seus recursos sem sofrer nenhum tipo de prejuízo.

Por ter liquidez diária, o investidor pode reaver seus recursos em um dia. Esse fator, combinado à segurança oferecida pelo investimento, faz dele a opção ideal para a elaboração da chamada reserva de emergência.

Tesouro IPCA

Diferente do Tesouro Selic, o IPCA tem sua rentabilidade atrelada à inflação. Isso significa que o título entrega um retorno previamente estabelecido mais a inflação acumulada no período, de modo que ele é capaz de garantir o poder de compra do investidor.

O Tesouro IPCA não tem liquidez diária, de modo que, caso o investidor resgate seus recursos antes do prazo estipulado, ele pode sofrer prejuízos. É interessante ressaltar que existem dois tipos de Tesouro IPCA, um deles só entrega a rentabilidade auferida na data de vencimento e o outro a distribui a cada seis meses.

Tesouro Prefixado

Por fim, o Tesouro prefixado é um título que remunera o investidor com uma taxa de juros anual previamente estabelecida. Essa taxa não sofre variação como a Selic e o IPCA, de modo que, ao aportar nesse investimento, uma pessoa sabe exatamente a quantia que receberá na data de vencimento.

Assim que o Tesouro IPCA, o Prefixado tem uma modalidade que remunera o investidor a cada seis meses e uma que entrega toda a rentabilidade acumulada na data de vencimento do título.

2. CDB

O Certificado de Crédito Bancário, também conhecido como CDB, é uma aplicação parecida com o Tesouro Direto. Isso ocorre porque, na prática, ele também é um título. A diferença se encontra no fato de que seu emissor é um banco, que pode ser público ou privado.

Assim como ocorre com os títulos do Tesouro Direto, o CDB pode ou não oferecer liquidez diária. Via de regra, os Certificados de Crédito Bancário que oferecem liquidez diária tem sua rentabilidade atrelada ao CDI, um indicador que acompanha de perto a taxa Selic.

Se compararmos os níveis de segurança oferecidos por bancos e pelo Brasil, é óbvio que a entregue pelo país é maior. Por esse motivo, os CDBs costumam oferecer uma rentabilidade mais elevada para compensar o risco.

É importante ressaltar, porém, que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) garante ao investidor seus aportes nesse investimento até a quantia de R$ 250.000 por CPF e instituição financeira.

Para utilizar essa proteção de modo mais otimizado, é interessante que o investidor aplique seus recursos em bancos diferentes, sem ultrapassar o limite garantido pelo FGC.

3. LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos muito semelhantes ao Tesouro Direto e ao CDB. Diferente deles, porém, os recursos apurados por esses títulos devem ser usados para financiar o crédito em áreas estratégias para a economia brasileira, o setor imobiliário e o do agronegócio.

Assim como o Certificado de Crédito Bancário, as Letras de Crédito são garantidas pelo FGC. Além disso, como essa aplicação tem a finalidade de incentivar setores estratégicos para o Brasil, são isentas do imposto de renda.

Por fim, é importante salientar que a rentabilidade desse investimento pode ser prefixada — oferecendo uma taxa previamente estipulada, como 12% ao ano — ou pós-fixada, entregando o retorno atrelado ao indicador, por exemplo, 90% do CDI.

4. Bolsa de Valores

Para que uma empresa possa financiar sua operação, ela precisa ter acesso a recursos para o seu capital de giro. Dentre os diversos modos com que companhias podem apurar esses recursos, a negociação de suas ações na Bolsa de Valores é um dos mais utilizados.

Na prática, ao comprar a ação de uma empresa, o investidor está adquirindo uma pequena parte dela, como uma cota. Isso dá a você o direito de receber parte de seus rendimentos, quando eles são distribuídos. Além disso, é natural que as ações de boas companhias se valorizem com o tempo, o que abre espaço para que o investidor lucre com o aumento de preço de suas ações.

Diferentemente dos investimentos citados até agora, que foram todos de renda fixa, a Bolsa de valores é considerada uma aplicação de renda variável. Isso significa que o investidor pode auferir resultados muito elevados ou amargar terríveis prejuízos.

Por esse motivo, a bolsa não é indicada para pessoas com perfil conservador ou que não contem com a experiência e o conhecimento adequado para identificar as boas oportunidades. Por fim, é válido ressaltar que esse investimento não é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito.

5. Fundos de Investimentos

Embora uma pessoa com pouca experiência possa ter dificuldades em analisar a bolsa de valores e identificar quais ações comprar, ela pode contratar uma gestão especializada para administrar seus recursos e fazer essa escolha por ela. A questão é que, via de regra, esse serviço costuma ser caro.

Como uma solução para esse tipo de problema, surgiram os Fundos de Investimento. De um modo mais simples, podemos descrever um Fundo como um conjunto de pessoas que se reúne para contratar uma gestão especializada e acumular uma quantia maior de recursos para investir, o que concede acesso a melhores condições e a ativos mais caros.

Sempre que o investidor realiza aportes em um fundo, ele adquire suas cotas, o que permite receber parte de seus rendimentos. A distribuição é feita de acordo com o número de cotas.

O exemplo usado no início desse tópico, para explicar como funciona o Fundo de Investimentos, foi a Bolsa de Valores, mas existem diversos tipos de fundos, cada um focado em um ativo específico. Como exemplo, podemos citar os seguintes:

Depois de anos realizando aportes na poupança, é possível que a pessoa sinta uma certa insegurança em buscar outra aplicação. Entretanto, a verdade é que existem investimentos muito mais seguros e rentáveis que ela. Com um pouco de estudo e o apoio de profissionais capacitados, qualquer pessoa pode otimizar seus investimentos e, assim, ter acesso a um padrão de vida mais elevado.

Agora que você conhece os 5 melhores investimentos para sair da poupança, quer ajudar seus amigos a aprender sobre esse tema tão importante? Compartilhe o artigo em suas redes sociais e permita que eles tenham acesso a esse conhecimento!

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Alexandre Rosa

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutorado em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Especialista em doenças da retina e vítreo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor de Oftalmologia da Universidade Federal do Pará.

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