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Descubra qual o melhor investimento para aposentadoria!

Descubra qual o melhor investimento para aposentadoria!

Para estar bem preparado quando chegar a hora de parar de trabalhar, evitando ter medo e alguma surpresa desagradável nesse momento, é preciso estudar quais os melhores ativos que devem compor uma carteira eficiente para aposentadoria.

Afinal de contas, ter uma aposentadoria tranquila é sinônimo de independência financeira. Ou seja, quanto antes você conquistá-la, melhor. Por que a hora de pensar nisso é agora? É simples: quanto mais longo for o prazo que você terá para investir, mais fácil será de você alcançar sua meta.

Por isso, neste post vamos apresentar as principais opções de investimento para a aposentadoria. Confira!

Melhores investimentos para a aposentadoria

Quando pensamos em um futuro tranquilo, é óbvio que um dos fatores mais importantes para que ele seja alcançado é uma boa reserva de recursos. Afinal, sem esse cuidado, seria difícil para uma pessoa que já não tem a mesma quantidade de força e energia manter seu padrão de vida.

Felizmente, o mercado atual fornece uma série de aplicações interessantes para uma pessoa que deseja otimizar seus recursos ao longo do tempo. Continue a leitura e descubra os principais investimentos para conquistar uma aposentadoria tranquila!

LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um título enquadrado na categoria de renda fixa. Sua função é possibilitar os empréstimos dirigidos ao mercado imobiliário brasileiro. Isso significa que, quando você investe o seu dinheiro em LCI, empresta seu capital para o banco emissor do papel. Esse capital será utilizado por eles para financiar modalidades de crédito imobiliário. A garantia de quem investe em LCI é justamente o imóvel físico que é financiado.

A LCI e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são muito parecidas, porém, existem algumas diferenças entre elas. Enquanto a primeira atua no mercado imobiliário, a LCA tem como objetivo financiar a cadeia produtiva agrícola ou pecuária brasileira. Portanto, as duas são responsáveis pelo financiamento de dois setores fundamentais para o desenvolvimento da economia do Brasil.

Existem outras pequenas diferenças entre essas duas aplicações, como a acessibilidade. Normalmente, para investir em LCA é preciso disponibilizar um aporte inicial mais alto. Como o mercado imobiliário retoma seu crescimento, o valor mínimo para comprar uma LCI fica mais acessível, de modo a facilitar a entrada de recursos.

A isenção do imposto de renda para pessoas físicas é considerado o maior benefício desses papéis. Em razão disso, eles podem ser uma opção interessante de investimento em renda fixa. Afinal, outros papéis dessa categoria, como o CDB e os Títulos Públicos, sofrem incidência de IR. A alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias, diminuindo progressivamente até 15% para aplicações superiores a 720 dias.

Renda fixa privada

Apesar de os títulos em renda fixa privada apresentarem vencimentos em torno de 5 ou 6 anos, no máximo, eles ainda são uma boa opção de investimento para aposentadoria. Isso porque quase todos contam também com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito, além de oferecerem ótimas rentabilidades para seus investidores.

Para aplicar em renda fixa privada, procure criar um portfólio diversificado de investimentos. Conforme os títulos vencem, você deve procurar outras alternativas para investir de novo. Dessa maneira, seus rendimentos serão sempre satisfatórios, sem que você dependa de um único papel.

Os títulos de renda fixa privada mais conhecidos são o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e as debêntures. No caso do CDB, você emprestará dinheiro para a instituição financeira emissora. Ao comprar debêntures, você é credor da empresa privada que emitiu o papel.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma parceria entre o Tesouro Nacional e a Bolsa de Valores, para que investidores com diferentes capacidades de aplicação possam ter acesso à compra de títulos públicos. Os tipos mais conhecidos são:

  • Tesouro Prefixado;
  • Tesouro Prefixado com Juros Semestrais;
  • Tesouro Selic;
  • Tesouro IPCA+;
  • Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais.

Já que o assunto é aposentadoria, vamos focar nas modalidades do Tesouro Direto que apresentam rentabilidades atrativas a médio e longo prazo. Pensando por esse lado, se você quer ter um bom rendimento todos os meses antes da sua aposentadoria chegar, as melhores opções são o Tesouro IPCA+ e o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais.

São títulos pós-fixados, atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e somados a juros prefixados, definidos no dia da aquisição da aplicação. Se o seu foco fosse ter uma renda extra para usufruir agora, o ideal seria a compra de papéis com rentabilidade no curto prazo. Contudo, para aumentar seu patrimônio e usufruir dele depois de se aposentar, o Tesouro IPCA+ é uma ótima opção.

Esse tipo de investimento sofre incidência de tributos com alíquotas decrescentes, conforme abaixo:

  • para aplicações com vencimentos em até 180 dias, a alíquota é de 22,5%;
  • acima de 180 dias até 360 dias, 20%;
  • acima de 360 dias até 720 dias, 17,5%;
  • acima de 720 dias, 15%.

Fundo de investimento

Os fundos de investimento são alternativas ideais para você que busca a diversificação da sua carteira de investimentos voltada à aposentadoria. É como se fosse um conjunto de prédios, onde cada habitante adquire um apartamento, que seria a cota do fundo, pagando um valor mensal por isso, o aluguel.

O responsável pela gestão do condomínio é o síndico. Nos fundos de investimento, esse cargo é dado a um administrador, incumbido de cuidar dos investimentos. Todos os fundos no Brasil são regulamentados pela ANBIMA e pela CVM, que são os órgãos fiscalizadores responsáveis por classificar todas as operações desse tipo de investimento.

O mercado financeiro tem uma gama de fundos ideais para quem busca garantir uma aposentadoria tranquila. Um fundo de investimento em imóveis, por exemplo, tem o valor mais baixo do que a aquisição de uma sala comercial ou um apartamento. Um fundo de ações possibilita que os investidores acessem opções mais avançadas de aplicações. Já os fundos multimercados ou cambiais apresentam diversificação ainda mais robusta.

Um ponto fundamental, e que merece toda a sua atenção para conseguir bons rendimentos na sua aplicação em fundos, é buscar taxas de administração que não ultrapassem 1%. Qualquer índice acima disso fará com que você corra o risco de tornar a operação cara demais.

Também atente-se aos fundos considerados agressivos. Como em qualquer investimento no mercado financeiro, a regra a ser seguida é investir de acordo com o seu perfil e tolerância a riscos. Busque sempre verificar as rentabilidades anteriores do fundo e escolha gestores com experiência no mercado.

Previdência privada

Quando pensamos nas características que o melhor investimento para a aposentadoria deve ter, a previdência privada surge como uma opção bem interesse. Isso porque ela apresenta uma série de vantagens e benefícios para o investidor.

De certo modo, podemos dizer que a previdência privada é como um fundo de investimentos. Ao contratar essa aplicação, o investidor dedica a ela uma determinada quantidade de recursos todos os meses. Cabe à equipe de gestão, por trás da previdência privada, administrar esse capital para que ele renda de forma mais eficiente.

Ao aplicar recursos nesse investimento, depois de um prazo previamente estabelecido, o investidor terá direito a receber o valor aportado, acrescido de todo o rendimento apurado no período, ou de receber um rendimento mensal vitalício ou vigente por um determinado período.

Por fim, é necessário ressaltar que a previdência privada pode ser dividida em dois tipos, continue a leitura e descubra suas características!

  • Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL): modelo de previdência privada que abre espaço para que o investidor deduza seus aportes do Imposto de Renda, isso respeitando o limite máximo de 12% da renda apurada durante o ano;
  • Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): modelo de previdência privada em que a tributação é cobrada apenas sobre a rentabilidade do investimento, quando a aplicação é resgatada.

Imóveis via fundo imobiliário

A aquisição de imóveis faz parte da cultura do brasileiro e, por um longo tempo, tem sido vista como uma das aplicações mais rentáveis e seguras. Levando esse fato em consideração, é natural que ela seja considerada quando buscamos o melhor investimento para a aposentadoria.

É válido ressaltar, porém, que atividades como a compra, administração, manutenção e venda de imóveis tendem a ser caras e complexas. Uma situação que, além de tornar o capital necessário para o investimento mais alto, ainda força o investidor a dedicar muito tempo a ele.

Felizmente, como uma solução para esse problema, surgiram os fundos imobiliários. De um modo simples e resumido, podemos dizer que o fundo imobiliário é como um fundo de investimentos, só que os ativos administrados pela gestão são imóveis.

Ao realizar aportes em um fundo imobiliário, o investidor adquire cotas que dão direito a receber um percentual de seus rendimentos. Eles são apurados por meio dos aluguéis provenientes dos imóveis que o fundo tem em sua carteira.

Muitas pessoas olham para grandes centros comerciais, shoppings e edifícios corporativos e pensam como seria bom ser dono deles. Por meio de um fundo imobiliário, esse sonho pode se tornar uma realidade.

Ações

Assim como o investimento em imóveis, a bolsa de valores faz parte do imaginário do brasileiro. Afinal, ela foi amplamente retratada em filmes e séries. Apesar desse fato, muitas pessoas veem o investimento em ações como algo difícil e arriscado, o que as afasta de uma aplicação capaz de otimizar sua aposentadoria.

Uma ação pode ser descrita como um pequeno pedaço de uma empresa. Na prática, ao adquirir essa fração de uma companhia, o investidor passa a ser seu sócio, o que dá o direito de receber parte de seu rendimento, isso de acordo com o número de ações em sua propriedade.

O retorno do investimento em ações está diretamente atrelado ao desempenho da empresa, de modo que, antes de optar pelo ativo ideal, o investidor precisa considerar fatores como a saúde financeira da companhia, o mercado que ela atua e até mesmo o momento pelo qual o mercado passa. Uma vez que essa tarefa exige conhecimentos e experiência, é interessante que o investidor conte com o apoio de profissionais capacitados.

O grande diferencial da bolsa de valores é que o retorno entregue por ela costuma ser muito elevado, principalmente quando comparado a investimentos de renda fixa. Em países mais desenvolvidos, as ações costumam atrair aportes de boa parte de sua população. No Brasil, porém, o percentual de investidores ainda é pequeno, o que abre espaço para que os ativos listados na bolsa se valorizem conforme o número de investidores cresce.

Principais erros a serem evitados na hora de realizar investimentos

Agora que você conhece os melhores investimentos para a aposentadoria, é importante se informar a respeito dos problemas que podem prejudicar sua estratégia de aplicações. Continue a leitura e descubra os principais erros a serem evitados na hora de realizar investimentos.

Falta de planejamento

Quando uma pessoa começa a investir, é natural que deseje ter mais recursos para realizar seus aportes. A grande questão é que, provavelmente, ela pode ampliar a quantia que dedica às aplicações organizando melhor suas finanças e cortando os gastos desnecessários. Esse planejamento também é importante para que o investidor defina um valor, que deve ser investido todos os meses, e comece uma rotina de aportes mensais.

Escolha inadequada de investimentos

Via de regra, um investimento está atrelado a algum objetivo, seja ele a aposentadoria ou uma viagem. A grande questão é que, graças as suas características, aplicações diferentes são indicadas para a conquista de objetivos diferentes.

Uma viagem de férias, por exemplo, costuma ocorrer uma vez a cada ano. Por esse motivo, uma aplicação de alta liquidez, como títulos do Tesouro Selic ou fundos de renda fixa, costumam ser uma opção mais interessante.

Para objetivos de longo prazo, porém, como uma aposentadoria tranquila, investimentos de menor liquidez e maior rentabilidade, como o mercado de ações, costumam ser mais indicados.

Não respeitar o perfil de investidor

Pessoas diferentes têm necessidades e demandas diferentes, que devem ser respeitadas no momento em que um investimento é selecionado. Sem esse cuidado, o investidor pode sofrer graves prejuízos.

Um indivíduo mais conservador, por exemplo, pode se sentir desconfortável com a oscilação natural de preços dos ativos de renda variável. Uma pessoa mais arrojada, por sua vez, pode ficar insatisfeita com a valorização mais lenta dos ativos de renda fixa. Portanto, cada pessoa precisa identificar seu perfil de investidor e realizar aportes de acordo com ele.

Demorar para começar a investir

Por fim, um dos maiores erros do investidor é simplesmente demorar para começar a investir. Isso porque quanto mais cedo uma pessoa começa a investir maior o potencial de retorno de seus investimentos.

É possível que, a primeira vista, a quantia de recursos não seja o bastante para a realização de aportes, mas com uma boa gestão financeira somada a uma estratégia eficiente de investimentos, os poucos recursos tendem a crescer, se tornando uma quantia relevante.

Neste post, apresentamos as alternativas mais adequadas para aplicar seu dinheiro para obter resultados a longo prazo. Nossa última dica para você encontrar o melhor investimento para aposentadoria é jamais negligenciar a necessidade de aprender a investir de maneira inteligente. Afinal, saber cuidar adequadamente das suas finanças é a chave para um futuro tranquilo.

Gostaria de contar com apoio profissional para escolher o melhor investimento para sua aposentadoria? Entre em contato conosco e conte com o apoio da Saúde + Ação!

Guia prático para garantir um futuro mais tranquilo
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Alexandre Rosa

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutorado em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Especialista em doenças da retina e vítreo pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor de Oftalmologia da Universidade Federal do Pará.

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